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FEBRAF apresenta os integrantes das Comissões – Mandato 2025–2028
A Federação Brasileira de Filatelia (FEBRAF) inicia um novo ciclo de trabalho com a formação das Comissões Filatélicas para o mandato 2025–2028, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento técnico, a valorização do colecionismo e o fortalecimento da filatelia brasileira em todas as suas vertentes.
As comissões têm papel fundamental na organização, orientação técnica, difusão de conhecimento e apoio às entidades filiadas, além de atuarem como referência nacional em suas respectivas áreas. Para este novo mandato, a FEBRAF conta com um grupo de filatelistas experientes e reconhecidos, que assumem a responsabilidade de conduzir e estimular o crescimento de cada especialidade.
Confira a composição das Comissões para o período 2025–2028:
Filatelia Tradicional– Jacques Benchimol
História Postal– Rubem Porto Jr.
Aerofilatelia– Márcio Javaroni
Cartões Postais– James Piton
Filatelia Fiscal– Sérgio Laux
Filatelia Juvenil– Miguel Magalhães
Máximafilia– Gerson Quinhone
Filatelia Moderna– Henrique Braga
Filatelia Temática– Rogério Dedivitis
Inteiros Postais– Ygor Chrispin
Literatura Filatélica– Jorge Krieger
Filatelia Aberta– Reinaldo Macedo
A FEBRAF deseja sucesso aos novos integrantes das comissões e agradece pela disponibilidade, dedicação e espírito colaborativo. O trabalho conjunto dessas equipes será essencial para ampliar o alcance da filatelia, incentivar novos colecionadores, apoiar exposições e elevar continuamente o nível técnico do colecionismo nacional.
Que este novo mandato seja marcado por inovação, troca de conhecimento e fortalecimento da filatelia brasileira.
BRASIL- 22.11.2025, Bossa Nova. Detalhes Técnicos– Edital nº 2; arte: Victor Guerra & Jamile Sallum; valor facial: R$ 3,70; impressão: Casa da Moeda do Brasil; processo de impressão: ofsete; papel: cuchê gomado; tiragem: 84.000 selos; apresentação: folha com 12 selos; dimensões da folha: 110 x 245mm; dimensão do selo: 26 x 44mm; área de desenho: 21 x 39mm; picotagem: 11,5 x 11; local de lançamento: Rio de Janeiro/RJ. Sobre o Selo: Em seu livro “Chega de Saudade”, Ruy Castro narra a divertida história da epifania do músico Billy Blanco ao vislumbrar a Av. Atlântica e compor os versos “…a montanha, o sol, o mar”, que foi a inspiração para a concepção dessa arte. O selo captura a essência do Rio de Janeiro, berço da Bossa Nova, combinando os elementos da montanha, sol e mar com o violão. Este selo visa não apenas celebrar o gênero musical da Bossa Nova, mas também destacar a inseparável ligação entre a cidade do Rio de Janeiro e este movimento que conquistou o mundo. É uma homenagem à beleza natural do Rio e à inovação musical que juntas criaram um novo ritmo que é ao mesmo tempo local e universal. O design apresenta montanhas em formas suaves, o sol em gradiente vibrante, e o mar calmo, todos estilizados para se assemelhar às curvas de um violão, refletindo a fusão de natureza e música. A técnica usada foi computação gráfica.
DETALHES TÉCNICOS: Edital nº 1; arte: Mari Carvalho – SECOP*/Comunicação COP30, *Secretaria Extraordinária para COP30; apresentação: folha com 10 selos; valor facial: R$ 75,40 (composto por 2 selos de cada uma das seguintes tarifas R$ 6,25, R$ 6,50, R$ 7,15, R$ 8,65 e R$ 9,15); impressão: Casa da Moeda do Brasil; processo de impressão: ofsete + verniz UV localizado; papel: cuchê gomado; tiragem: 100.000 selos; dimensões da folha: 175 x 150mm; dimensão do selo: 30 x 40mm; área de desenho: 30 x 40mm; picotagem: 12 x 11,5; local de lançamento: Belém/PA.
SOBRE OS SELOS: As ilustrações da série de selos da COP30 foram desenvolvidas a partir de uma técnica híbrida, que combina nanquim sobre papel com finalização digital. Os desenhos foram inicialmente feitos à mão, com traço em nanquim, e depois digitalizados em alta resolução. A finalização envolveu ajustes vetoriais, aplicação de cor digital e tratamento de textura, preservando a estética artesanal e garantindo legibilidade e qualidade para reprodução em escala filatélica. Cada selo representa um eixo da transição ecológica justa, destacando a potência de soluções populares, ancestrais e coletivas: Laboratório Ancestral, Inovação Ribeirinha, Mutirão Global, Ventos que Semeiam e Justiça Climática Urbana.